De um irmão franciscano, no tempo do correio — não no da internet. Você assina aqui; a carta chega pela sua caixa de correspondência.
Vivemos o tempo da notificação: mensagens que começam e terminam em segundos, textos que ninguém guarda. Uma carta na caixa de correio, entre as contas de luz e água, é hoje um acontecimento — quase um abraço na caixinha de correspondência.
Francisco escrevia cartas: à toda a Ordem, aos Fiéis, aos Governantes dos Povos — e a mais famosa, a Carta a Frei Leão, de próprio punho, um dos raríssimos autógrafos do santo que atravessaram oitocentos anos. É essa tradição que volta a circular no Jubileu, de uma casa plantada por sete frades numa colina de taipa, onde São Paulo começou a se reconhecer como cidade.
Toda carta é publicada na íntegra no site depois de enviada. Quem escreve não recebe pagamento. A sua assinatura sustenta o ofício, o papel, o correio — e ajuda a construir o Centro Cultural A Casa Comum.
Um respiro no frenesi do imediato. Carta não é mensagem — é presença que aceita esperar.
Você entra numa história de quase quatrocentos anos, e passa a fazer parte dela.
Cada assinatura ajuda a construir o Centro Cultural A Casa Comum — e sustenta o ofício das artesãs.
Cada envelope traz duas folhas — a carta e o eco — e um postal da Série Francisco 800. No plano Cartas, Arte e Artesanato, junta-se a cada mês uma peça: uma arte surpresa com desenho original de Marcelo Zuffo e/ou um artesanato fino feito à mão pela Rede Franciscana.
Texto inédito de um irmão ou irmã da família franciscana, sobre o tema do mês. Papel de qualidade, envelope, selo e lacre. Feita para durar — e para ser guardada.
Uma segunda folha, escrita por outra pessoa sobre o mesmo assunto: um escritor, uma cientista, uma artista, uma educadora — e também pessoas comuns, resilientes e de fé. A mesma pergunta, ouvida de outra janela.
Em cada envelope, um postal com desenho original de Marcelo Zuffo, da Série Francisco 800: a arte de um lado, a palavra do outro. Colecionável.
No plano Cartas, Arte e Artesanato, a cada mês uma peça diferente: uma arte surpresa com desenho original de Marcelo Zuffo e/ou um artesanato fino feito à mão pela Rede Franciscana. Ninguém sabe o que vem.
Você escolhe um plano e pronto: todo mês, na primeira quinzena, a carta chega pelo correio. Pagamento mensal por Pix ou cartão. Cancela quando quiser, sem multa e sem burocracia. Se uma remessa não chegar, a Casa reenvia.
A carta do mês e o eco do pensador — e, em cada envelope, um postal exclusivo com desenho original de Marcelo Zuffo.
AssinarA carta de cada mês e, junto, uma arte surpresa com desenho original de Marcelo Zuffo e/ou um artesanato fino feito à mão pela Rede Franciscana. Ninguém sabe o que vem.
AssinarAs cartas e a arte de cada mês e, em março de 2027, um jantar no complexo da Casa Comum, precedido de um concerto na nave da Igreja das Chagas — apenas 80 lugares. A adesão inclui uma serigrafia com desenho original de Marcelo Zuffo.
Quero ser benfeitorAntes do pagamento, você informará os dados de quem assina e de quem receberá as cartas. Também é possível presentear outra pessoa.
Assinatura mensal, sem taxa de adesão. Condições completas no termo de adesão. Dúvidas: [email protected]
Os temas acompanham o arco do Jubileu e conversam com o que acontece no mundo. Os doze são promessa fixa; se o mundo pedir voz, vai uma décima terceira carta, extraordinária.
Outubro de 2026 · mês do lançamento do Centro Cultural A Casa Comum, em 3 de outubro — abertura do Jubileu mundial dos 800 anos.
Quem escreve as cartas escreve como dom. Toda carta é publicada, na íntegra, no site — para que ninguém fique fora da palavra por não poder pagar. O que a assinatura sustenta é o ofício: o papel, o correio, as mãos das artesãs e a Casa Comum.
Vende-se o carteiro, nunca a palavra.